Princípios da gamificação nas empresas

5 Princípios da Gameficação.

A gamificação nas empresas é não apenas uma forte tendência mercadológica, como também uma realidade de boa parte daquelas organizações que possuem uma mentalidade disruptiva e um olhar para o profissional do futuro. 

Gamificar significa empregar um novo olhar ao mundo do trabalho, é quebrar o paradigma do “primeiro a obrigação, depois a diversão”, já que as duas coisas podem (e devem) andar de mãos dadas. 

A Gamefic foi criada com o lema “diversão em todo o trabalho”. Através da diversão, buscamos aumentar o engajamento das pessoas em suas atividades corriqueiras para que sejam mais competitivas e, consequentemente, elevem o patamar do negócio em que estão inseridas.

Por isso, nesse blogpost nós vamos falar sobre os 5 princípios Gamefic. 

Segue com a gente!

Os 5 princípios Gamefic

Princípios são ideias norteadoras. Toda organização possui uma série de princípios, que por sua vez possuem a finalidade de darem sentido a suas atividades.

A Gamefic aplica a gamificação nas empresas para que elas possam atingir determinados resultados, e são estes os seus princípios:

  • Diversão no trabalho
  • Pessoas motivadas
  • Pessoas engajadas 
  • Melhoria nos resultados
  • Cultura da performance

Vamos conhecer cada um deles.

1. Diversão no trabalho

Nosso primeiro princípio está ligado à luta pelo fim da dicotomia trabalho versus diversão. 

Pode parecer uma utopia, mas pesquisas apontam que 57% dos colaboradores das empresas acreditam que o que alimenta a motivação é o reconhecimento por performance, e 35% acreditam que é a competição dentro da equipe é o que propicia isso.

Sendo assim, a gamificação é a forma mais efetiva de resolver esse desafio. Diversão no trabalho, portanto, é a melhor forma de alavancar os resultados das companhias. 

2. Pessoas motivadas 

A diversão no trabalho nos leva ao aumento da motivação dos colaboradores. Pessoas felizes produzem mais e melhor, e isso é apontado por pesquisas como a que pode ser lida no portal do Estado de Minas. 

Nas últimas décadas, a felicidade tem sido alvo de diversos estudos, tanto por parte de órgãos governamentais mundo afora, como por estudiosos de gestão de pessoas. 

De forma pioneira, os norte-americanos inseriram a procura da felicidade em sua constituição, que foi promulgada em 1787.  

Desde o ano de 2012, a Organização das Nações Unidas (ONU), com apoio da Universidade de Oxford (Inglaterra), emite anualmente o Relatório Mundial de Felicidade (World Happiness Report), levando em conta itens como PIB, expectativa de vida, generosidade, suporte social, liberdade e corrupção, que são comparados a um país imaginário, chamado Distopia.

Confira os dez primeiros colocados do Ranking atualmente:

  1. Finlândia
  2. Dinamarca
  3. Islândia 
  4. Suíça 
  5. Países Baixos
  6. Luxemburgo
  7. Suécia
  8. Noruega
  9. Israel 
  10. Nova Zelândia

O Brasil ocupa atualmente a 41ª posição do ranking, composto por 156 países. 

Como você pôde notar, a motivação não é apenas uma utopia de coaches e palestrantes motivacionais em geral, mas um elemento cada vez mais valorizado pelo governo, pelas empresas e pela sociedade em geral.

3. Pessoas engajadas 

Motivação gera engajamento. Uma coisa está diretamente ligada à outra. Segundo o dicionário, engajamento significa a participação voluntária de uma pessoa em determinada atividade. Dessa forma, é preciso que as pessoas estejam motivadas a participarem das atividades da empresa sem que o façam por mera obrigação. 

Colaboradores engajados tornam-se embaixadores da marca, pessoas que “vendem” o negócio no churrasco da família, na fila do banco e no caixa do supermercado.

Por isso, além dos resultados mais efetivos, tema que vamos abordar no próximo tópico, um colaborador engajado acaba sendo naturalmente um aprimorador da marca empregadora (employer branding), elemento responsável pela visão que a empresa possui perante a sociedade em geral e perante talentos que queiram trabalhar nela em particular, o que por sua vez permite a atração dos melhores players do mercado.    

4. Melhoria nos resultados

Esse talvez seja o princípio mais óbvio de todos, mas é fundamental falarmos dele. 

A gamificação proporciona a melhoria nos resultados da empresa, o que sem dúvida é o foco de todo gestor. Afinal de contas são eles que mantêm a sustentabilidade do negócio. 

5. Cultura da performance 

Por fim, mas não menos importante, a cultura da performance é um efeito de longo prazo proporcionado pelas estratégias da Gamefic. 

Criar ou mudar uma cultura é algo que exige tempo, constância e dedicação. Segundo o portal Futuro S/A, “tornar uma empresa focada no cliente, ágil e digital, demanda mudanças profundas na forma que sua empresa opera hoje. Não são apenas mudanças de processos. São mudanças, em especial, em elementos intangíveis”.

Dessa forma, a cultura da performance é o princípio que possui o maior tempo de implementação, sendo porém o mais duradouro deles, que garante a criação de um ciclo virtuoso baseado na gamificação. 

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Um abraço e até a próxima!

Como implementar a Gamificação?

Nós da Gamefic somos mestres em gamificação e já gamificamos empresas dos mais variados tipos como Fiat, Banco Safra, Vedacit entre outras. Podemos te ajudar neste projeto e vamos deixar um botão aqui abaixo para você gamificar sua empresa e ficar livre de problemas com a LGPD:

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